Pages

Sunday, May 27, 2018

Greve Geral no Brasil


De um trecho retirado do site Infoescola a respeito da Greve Geral de 1917 "o custo de vida aumentava de forma desproporcional, deixando os trabalhadores em más condições para sustentar suas famílias e fazendo com que as crianças precisassem trabalhar para complementar as rendas domésticas."

Esta realidade é a mesmo de hoje e, se em 1917 os sindicatos e federações conseguiram articular uma greve Geral, imagine hoje com o advento das redes sociais.
Somando-se a isso, conforme as estatísticas de carga da ANTT e, conforme o RNTRC, que é constituído por três categorias de transportadores rodoviários remunerados de cargas, a saber: as Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas – ETC, as Cooperativas de Transporte Rodoviário de Cargas – CTC, e os Transportadores Autônomos de Cargas – TAC, temos aproximadamente 2.000.000 de veículos rodando no Brasil, sendo deste universo aproximadamente 50% de veículo autônomos.

E com isso, o Brasil passa há anos por uma grande crise e que foi amenizada em alguns setores da economia, como do petróleo, mas se agravou em alguns outros e, isso levou a uma superbaixa inflação nunca vista e informada pela mídia em geral como inflação de pais de primeiro mundo, entretanto ocorreu um revés pois este país é de n-mundos, assim ocorreu um efeito colateral gigante resultante de uma elevação absurda dos combustíveis e, que neste domingo, 27/05/2018, a greve está no 7º dia e, não distante do informando acima, a crise afetou os fretes, super pressionados pela indústria e pelo cliente final, em função da perda de renda, resultando assim no super achatamento dos valores pagos aos carreteiros autônomos, assim pode-se concluir o sentimento da classe de move o país todo, pois são aproximadamente 1.000.000 de carreteiros em todo o Brasil e, a outra parte é de veículos de particulares de empresas sejam cooperativas, indústrias, varejos, e transportadoras e, este agora estão sendo incriminados como fomentadores da greve pois estão apoiando os motoristas a pararem seus veículos nas estradas, chamando a isso de locaute. O Brasil agora entra com forças federais para conter esta posição dos empresários, como se eles não tivessem direito de protestar e como se não sentissem a mesma crise que os carreteiros passam, por fim, este país está entregue aos interesses particulares e nós brasileiros estamos sendo massa de manobra influenciados pela mídia e pelas redes sociais figuradas como fake News (notícias enganosas).

No Pará a Greve se estendeu fortemente até a Sexta-feira esgotando o estoque de combustível e racionalizando o consumo de produtos perecíveis. O contato com os grevistas era amigável ocasionando longos congestionamentos.

Conforme site da revisto istoé, as principais promessas do governo para os caminhoneiros são zerar a alíquota de um dos impostos cobrados sobre o óleo diesel, a Cide; manter a redução no preço do diesel anunciada pela Petrobras nos próximos 30 dias (a companhia petroleira já tinha prometido 15 dias de redução); assegurar que os preços do óleo só sejam reajustados de 30 em 30 dias; e reeditar periodicamente uma tabela de referência (sem força de lei) para os preços dos fretes. Esta última medida custará ao governo R$ 4,9 bilhões até o fim de 2018 - a Petrobras será compensada pelas perdas.

E como noticiado pela bbc através do site de notícias, “nem todos os líderes dos caminhoneiros ficaram satisfeitos: o presidente da Abcam, José Lopes da Fonseca, deixou a reunião no meio da tarde, dizendo que só pararia a greve depois de obter a isenção de PIS e Cofins sobre o diesel: o tributo representa 12% do preço do combustível, enquanto a Cide (cuja isenção foi oferecida pelo governo) responde por 1%.

Finalmente, o consenso entre as lideranças do movimento grevista e o Governo Federal ainda é uma incógnita apesar do acordo firmado com as melhorias como redução em 10% do preço do combustível e retirada da Cide-combustíveis (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico). Por fim, que este país volte a crescer!

Blog Logística do Pará

No comments: